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Quarta-feira, 6 de Agosto de 2008

A história da gravata

Foto Sónia Godinho

 

 

Bom dia, Visitantes

 

 

Conforme vos tinha prometido anteriormente, vou contar-vos a história da gravata.

 
Estávamos em Junho de 1997.

 

Este vosso amigo, no decurso das tarefas que então executava ao serviço da SPA, teve de efectuar uma série de contactos que implicavam deslocações a diversos locais de Lisboa.

  
Como vocês sabem, o mês de Junho é dos mais imprevisíveis em termos climatéricos: tanto pode chover a cântaros como pode estar um calor dos mais tórridos...

 

Precisamente nesse ano, o mês de Junho estava a ser especialmente quente.

 

... E o bom do Visitante, todo bem vestido de casaco de verão, camisa branca fresca e gravata a condizer convenientemente ataviada, teve de se deslocar debaixo dessa canícula.

 

(Ora, quando o tempo aquece - e não é preciso que o tempo aqueça; basta que eu dê "dois passos" ou viaje durante 10 minutos no Metropolitano de Lisboa em qualquer época do ano... -, e lá começo eu a suar em estopinhas, escorrendo água por tudo quanto é sítio...)

 

Entre contactos, cumprimentos e despedidas, lá fui "vendendo o peixe" a quem tinha de o vender.

 

... Sem sangue nem lágrimas... mas com muito suor!...

 

No decurso do último contacto, dei-me conta que o meu interlocutor olhava com alguma insistência para a minha gravata e para o colarinho.

 

Acabada a entrevista, saí para a rua e entrei no carro.

 

Olhei para o retrovisor...

 

... E, estarrecido, constatei que, devido à minha abundante transpiração, a gravata tinha DEBOTADO para a camisa, fazendo com que um colarinho outrora imaculadamente branco aparentasse ter sido enxertado de uma camisa havaiana (como esta, por exemplo...).

 

Furioso, tirei a gravata, fiz um desvio por minha casa para mudar de camisa e regressei ao escritório.

 

A partir daquele momento, nunca mais usei uma gravata que fosse nos períodos mais quentes do ano (excepção feita ao casamento da minha filha, que aconteceu em Junho... pffff!!!! ).

 

Aliás, ainda hoje, o pessoal da minha secção nota logo quando eu abro e encerro a "época da gravata"...

 

 

Visitante

Sinto-me: ... com calor...
Música: "Tie Me in a Knot" (The Paybacks)
Publicado por Visitante às 10:55
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8 comentários:
De sonhoterumfilho a 6 de Agosto de 2008 às 15:29
Que saudades de passar por aqui...
Tens sempre uns posts tão bonitos e bem elaborados com imagens magnificas.
Estive a ver as fotos de Peniche, provavelmente cruzámo-nos por lá, tenho casa lá e estive a passar férias no mês de Julho até dia 29.
quanto à gravata, bem...que situação...aposto qua a camisa havaiana foi para o lixo...é um adorno que era bem dispensável, mas existem profissões que assim o exigem, que havemos de fazer??
Bjs
susana
De Visitante a 6 de Agosto de 2008 às 19:50
Olá, Susana, bons olhos te vejam, menina !!!

Não me parece provável que nos tenhamos cruzado, pois eu apenas estive no Porto de Pesca e na Fortaleza de Peniche...

... precisamente no dia 29 de Julho, o dia do vosso regresso.

Beijinho
Visitante
De * * Grilinha * * a 6 de Agosto de 2008 às 21:08
Desse mesmo mal se queixa o meu eng.

Durante o dia tem que trabalhar engravatado mas tem ar condicionado no gabinete e o pior mesmo é as deslocações para fora do escritório.

Os seus 120 Kgs destilam ao primeiro raio de sol e então optou por trazer sempre 1 gravata azul na mala do carro para alguma eventualidade.

Ahhhhh .... o pior mesmo não é o suor mas sim os pingos da sopa, do molho, da bebida etc etc que ele coloca diariamente nos babetes ... ops gravatas
De Visitante a 6 de Agosto de 2008 às 21:48
Olá Grilinha

Sabes que as minhas gravatas, camisas, blusas e t-shirts têm uma coisa em comum: uma obssessiva empatia com as sopas que eu quotidianamente sorvo...

Como tal, seja qual for o restaurante, snack bar, tasca onde eu coma a minha sopinha, haverá sempre lugar à garbosa exibição de um guardanapo de papel (de preferência com umas dimensões generosas) sobre as ditas peças de roupa, qual intransponível muralha destinada a suster o salpicante ataque dos pinguinhos marotos que caem sempre da colher para o prato/tigela.

Beijinho
Visitante
De * * Grilinha * * a 7 de Agosto de 2008 às 22:38
O vosso mal é geral

Cá em casa tenho por brincadeira uns babates bordados por mim.

Sempre que vem cá alguém jantar ou almoçar comida com molho, coloco os babbetes nos lugares dos homens em vez dos guardanapos

De Visitante a 8 de Agosto de 2008 às 13:28
De * * Grilinha * * a 14 de Agosto de 2008 às 00:30
ri-te ri-te

olha as fotos dos babetes aqui
De Visitante a 14 de Agosto de 2008 às 09:36
Hehehehehe

Uma boa ideia para uma apresentação ... "diferente"... à mesa.

Se juntares aos babetes os pratinhos e tigelinhas com ursinhos e bonequinhas... será que fica o caldo entornado?...

Beijinho, Grilinha
Visitante

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