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Quarta-feira, 28 de Março de 2007

A minha cidade... sempre...

Este é um "escrito rimado" que me saiu, não da cabeça ... não dos pés... mas sim do coração, em Dezembro de 2005.

 

Chama-se:

 

 Manhã de Domingo, Dezembro em Lisboa

 

Saio para a rua vazia.
Sinto e aspiro o ar matinal
(pequenos laivos de maresia)
Desta Lisboa sem rival
 
Hoje apetece-me saborear,
Cheirar, ver, sentir
As ruas desta cidade pisar
As suas colinas subir
 
Meto pernas ao caminho
Percorrendo "Seca e Meca"
Consigo observar cada pessoa
Que gosta de acordar bem cedo
Deparo-me com um grupinho
Saído da discoteca
Nas igrejas os sinos repicam à toa
Passam carros ... raros.. como que a medo
 
Desço o Chiado
Resto do passado
Uma vez incendiado
Agora recuperado
 
Cruzo o Rossio
Mas que praça tão bela
Como é possível que durante dias a fio
Não se dê por ela?...
 
Subo ao Castelo.
No seu miradouro
... é o momento...
Que belo!
O sol brilha como ouro.
Aos meus pés tenho um monumento:
Lisboa...
A minha cidade
Que eu respiro
Com vontade.
O Tejo refulgente
sulcado por veleiros
Traz-me à memória
a História
feita por outros marinheiros.
 
Desço a colina devagar
Um velho fado vem-me à cabeça
(Alfama está ali perto),
Enquanto continuo a andar
Por esta Lisboa sem pressa
De mãos nos bolsos e sorriso aberto
© 2000 Euroresidentes

 

Visitante

 

Sinto-me:
Música: "Lisboa Menina e Moça" (Carlos do Carmo)
tags: ,
Publicado por Visitante às 08:20
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1 comentário:
De tardesdeoutono a 4 de Fevereiro de 2010 às 11:50
Bom dia amigo.
Já conhecia este teu poema, como te deves recordar, mas gostei imenso de o reler.
Um abraço
Sustelo

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