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Terça-feira, 17 de Abril de 2007

Silenciosamente...

 

DR

 

 

Silenciosamente...
Olhei para ti
Imaginei o teu perfume
Concebi o teu corpo
Junto ao meu
 
Silenciosamente...
Meu coração abri
Mostrei do amor o lume
Imaginei-te de novo
E o fogo ardeu
 
Silenciosamente...
A flor foi secando
A paixão foi mirrando
A saudade entrando
E cresceu
 
Silenciosamente...
Remeto-me ao meu canto
Deixando que este pranto
Vá correndo devagar
Até secar
 
Silenciosamente...
Até nada restar...

 

 

Visitante

Sinto-me:
Música: "Silence is Golden" (Tremloes)
Publicado por Visitante às 18:44
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4 comentários:
De MT-Teresa a 17 de Abril de 2007 às 22:45
Então..amigo?

Tu de boca "cerrada"?...estás doente?

Gostei do poema... és mesmo o homem dos 7 instrumentos...só te falta pintar!

Bj
Dorme bem
Teresa a ALF...
De Visitante a 17 de Abril de 2007 às 23:06
De boca cerrada
De olhos fechados
Silenciosamente
Cegamente
Mas não doente
Apenas...
Enfim, chega de ser deprimente...

Beijinho
Visitante
De Ventania a 4 de Maio de 2007 às 05:52
É verdade Vistante basta de ser deprimente, é preciso caminhar.
Mas este é um belo poema ao qual me recordo de ter respondido e não fui só eu.

"Silenciosamente"
depois do amor ardente
do ciúme que consome
que não matou a fome
deixou de conjugar
esse verbo de amar
que alimenta a alma
e que nos traz a calma
escondeu-se no canto
ficou a pena em pranto
porque o poeta desistiu
do amor se despediu
e não mais escreveu
sobre essse amor só seu
e munca mais amou
da poesia se retirou
assim de repente...
"Silenciosamente"


De Visitante a 4 de Maio de 2007 às 09:22
Obrigado pela tua resposta, Ventania.

Também na altura escrevi este pequeno trecho:

Em silêncio me quedo
Arrumei a minha pena
-A de escrever
e a outra -

Escolhi o degredo
Para minha cena
De viver
Em "faz de conta"

Beijinho
Visitante

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