4 comentários:
De Cristal a 29 de Outubro de 2007 às 17:12
Hummm não me parece que apagou, deve ter é andado como eu a fazer experiencias e mudou o temple a utilizar e assim sendo o que tinha no anterior não apareçe mas como sou uma "burra" nestas coisas nem digo mais nada....
Crise???? Se fosse crise estava aqui sempre a escrevinhar
Beijos cristalinos
De mariola a 29 de Outubro de 2007 às 20:05

São fugas... as minhas partidas!


São as minhas mãos
E os acenos das partidas
São hábitos! São sempre as mesmas despedidas
É o som dos seguidos nãos
Que me prepara para as saídas
É o tempo de me encontrar
A sós…com esta tristeza permanente
Perceber o gosto que tenho em estar ausente
De mim e de novos afectos. E do verbo amar
Ficar com o travo inconsequente
Que anomalia é esta que me dá tanto enfado
Tanta vontade de partir
Desistir
Rejeitar a forma deste poema torturado
Rasgar os versos e deixar de existir

Não sei para onde vai o meu destino
Não sei por onde vai esta afeição
O que me resta é o desassossego desta aflição
Fujo de mim para em mim me esconder, como um assassino
Dos meus sentimentos e do meu coração

07.10.29
Vasconcelos

Meu Bom Amigo: Obrigado por tudo o que escreveu, sentiu e evidenciou sobre o "Mariola" e sobre o "Vasconcelos".

OBRIGADO, por tudo!
Um abraço e até sempre.

Vasconcelos
De mariola a 29 de Outubro de 2007 às 20:54

Ao comentar o "Post" sobra o Mariola e... sobre mim próprio, como é óbvio, acabou por sair poema.

Peço-lhe desculpa uma vez que o texto saiu ao correr da pena e vejo agora, que se justificava ao menos a pontuação. Estou muito triste, sim! É a vida.

Um grande abraço, AMIGO HENRIQUE!
Até sempre.

Vasconcelos.
De Visitante a 29 de Outubro de 2007 às 22:05
Um abraço, Amigo Vasconcelos

Até ...já
Visitante

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