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Domingo, 10 de Maio de 2009

A história da ida a Beja (parte tudo)

 

 

(Resumo dos capítulos anteriores: Visitante Analycia CC blábláblá Beja Isa Guerreiro prima blábláblá Restaurante a Muralha blábl...BURP!! (ooops perdão!) ...blábláblá... Ovibeja... mazda... brincos... méééé... baaaah... hin hon hin hon... muuuu... sapatinhos, sapatorras e botifarras blábláblá...)

 

 

 

E aqui estamos nós para a parte final do nosso relato.

 

Estávamos onde?... ah!, já sei! Na parte do reencontro com a Isa Guerreiro.

 

Lá fomos todos em alegre procissão para o recinto onde se realizaria o espectáculo de José Cid.

 

Escutámos uma banda local de que não me lembro o nome, mas, segundo ouvi dizer, tinha-se dissolvido há uns anos atrás, reunindo-se recentemente.

 

Eu cá não quero ser preconceituoso, pois sei o quanto sou limitado como "músico"... Mas como sei o que (não) valho, não quero armar-me em "profissional" ... Por isso, é-me lícito perguntar: porque não mantiveram a dissolução?... Tenho dito!

 

E eis o grande momento da noite: o espectáculo de José Cid.

 

HM 

 

Se alguém assistiu ao espectáculo transmitido pela RTP-1 na noite passada, pôde ter uma ideia do alinhamento daquele a que nós assistimos em Beja.

 

Foi um José Cid em grande forma que esteve em cima do palco, acompanhado de um naipe de excelentes músicos, dirigidos por um experientíssimo Mike Sergeant.

 

Após algum apagamento nos últimos anos, José Cid renasceu para o grande público há cerca de um ano. A voz já não é claramente a mesma, mas isso não importa!

 

Combatendo um complexo que atingiu este país (pensar-se que um artista já sexagenário está "acabado" para música), demonstrou estar em grande forma perante uma assistência heterogénea que ia desde os cinquentões como eu até à malta nova.

 

... E todos corresponderam num coro tão forte quanto afinado a canções tão diferentes como a melancólica "Cai Neve em Nova Iorque", ou a festivaleira "Um Grande, Grande Amor", ou a autobiográfica "Música", ou ainda à mais recente "A Pouco e Pouco" (que se popularizou como "Faz-me Favas com Chouriço")... isto para não falar em canções de protesto (e José Cid escreveu algumas, nos idos dos anos 60 e 70), como a vetusta "Lenda de El-Rei D. Sebastão" e a mais mexida "Rock Rural".

 

HM

 

 

Foi uma noite fantástica.

 

Aqui do nosso lado, toda a gente se esqueceu de maleitas, tendo-se divertido imenso.

 

Depois do espectáculo, o regresso ao carro, as despedidas à Isa... e... ai! o joelho!, ui! os calcanhares!, ai! as minhas pernas!.. lá nos acondicionámos dentro do DJ e metemos rodas ao caminho.

 

Vinha eu a ouvir o ruido de fundo "blablablablablístico" mas de olhos postos no asfalto de um tranquilo IP 8, quando de repente...

 

VUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMM!!!!! 

DR

 

PORRA!!!!, disse eu, dando um pulo no banco... Uma coruja atravessou a estrada em vôo à frente do carro, obrigando-me a afagar o travão (porque me veio de relance à memória um incidente havido há cerca de doze anos com um carro da SPA, que só por uma unha negra não ficou com o pára-brisas partido por causa de uma infeliz coruja ter embatido no pilar lateral...) e a respirar fundo.  Ufaaaaa!...

 

E não é que tão rapace quanto noctívaga ave fez uma gracinha semelhante quase a seguir? (se calhar era outra... )

 

Bom, o resto da viagem fez-se em história. Apenas uma paragem para reabastecimento total na A.S. de Grândola... a chegada a casa..

 

E pronto... Como diria a minha filhota quando era pequenina, "vitória, vitória, acabou-se a história".

 

 

Tenham uma boa semana

 

 

Visitante

 

 

 

Sinto-me:
Música: "Música" (José Cid)

GENESIS - FADING LIGHTS