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Sábado, 18 de Setembro de 2010

"Dance Me To The End of Love"

 

Olá, Visitantes

 

 

Foi com aquela canção (eu adoro o tom "kitsch" dos coros de entrada!...) que Leonard Cohen iniciou o seu concerto no passado dia 10.

 

Tratou-se de mais uma visita a Portugal de uma das maiores referências musicais dos últimos 40 anos.

 

Perante um Pavilhão Atlântico com lotação quase esgotada, e sempre acompanhado do seu inseparável chapéu, Leonard Cohen foi igual a si próprio. Cantou com aquela voz grave e inconfundível os seus maiores êxitos, no que foi acompanhado pelo público...

 

...e por este naipe de músicos de enorme talento e discrição. Aliás, todo o espectáculo foi um exemplo de boa música tocada "em contenção" (olhem que não é nada fácil!)...

 

...espectáculo esse vibrantemente aplaudido pela assistência.

 

Tratando-se do dia 10 de Setembro, isso é sinónimo de aniversário de casamento. Esta foi a nossa prenda.

 

A minha Piquena adorou o espectáculo. Aquela menina que está do outro lado é uma amiga de há quase 10 anos que nos fez companhia.

Fotos HM

 

 

 

Tenham a continuação de um excelente fim de semana.

 

 

Visitante

 

 

 

Sinto-me:
Música: "First We Take Manhattan"
Publicado por Visitante às 18:45
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Quarta-feira, 26 de Maio de 2010

To the sounds of the guitar played by Carlos Santana

 

É com um pequeno excerto da canção "Maria Maria" que intitulo este post.

 

A ordem veio: Henrique e f.... (um colega), é preciso ir ver o Santana, porque blá blá blá (as razões profissionais do costume...)

 

 

E este vosso amigo, que de preguiçoso não tem nada e adora este tipo de trabalhos, lá foi com o colega até ao Pavilhão Atlântico na noite de ontem.

 

Para lá do trabalho a efectuar (precisava de ser feito, pois foi para isso que eu fui lá), pude apreciar duas horas de êxitos de Carlos Santana, desde os anos 60 até à actualidade.

 

 

Tive ocasião de confirmar o carisma que este mexicano possui e que, a meu ver, o tem feito atravessar sucessivas décadas sempre na crista da onda. E não é à toa que consegue congregar à sua volta várias gerações de nomes tão diferentes do panorama musical internacional.

 

 

Uma palavra para os músicos. Todos excelentes (embora o meu colega considerasse o baterista um pouco "quadrado"... até ser confrontado com um solo de bateria... hehehehe)

 

Eu estive lá... e gostei.

 

Fotos HM

 

 

Considero este trabalho como uma prenda antecipada pelos 40 anos que em breve completarei ao serviço da Sociedade Portuguesa de Autores .

 

 

Tenham uma boa noite

 

 

Visitante 

 

 

Sinto-me: Sa-tis-fei-tooooo!!!!
Música: "Oye Como Va"
Publicado por Visitante às 22:46
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Domingo, 15 de Fevereiro de 2009

Foi como foi...

HM

 

 

... melhor dizendo, foi um óptimo concerto: Luís Represas no Campo Pequeno, 13 FEV 2008.

 

O Luís (este é um dos músicos que eu me prezo de conhecer pessoalmente) demonstrou uma vez mais que a sobriedade de um espectáculo pode ser tão eficaz como qualquer concerto de rock "a abrir".

 

O público foi sendo conquistado ao longo do espectáculo, até à apoteose final. Aliás, num concerto ao vivo que foi um autêntico "Best of", tal era mesmo de esperar.

 

Só tive pena que não tivesse tocado a minha música preferida , "Memória de um Beijo".

  

O naipe de músicos é excelente, começando em Miguel Nuñez, passando pelo guitarrista Luis Fernando e acabando no irmão do Luís, João Nuno Represas.

 

João Pedro Pais e Simone foram uns convidados à altura. Tive pena que Pablo Milanés não estivesse presente, pois eu acredito que não resistiria a cantar a sua canção "Yolanda" com Simone.

  

A meio do espectáculo lembrei-me do já falecido pai do Luís, o Dr. Alberto Represas, professor nos cursos nocturnos da Escola D. Maria II (onde eu completei o meu Curso Comercial, correspondente ao actual 9º ano), e revi na memória aquela figura alta e austera circulando nos corredores do Liceu Passos Manuel (onde, por insuficiência de espaço nas instalações da "D. Maria", funcionava parte das turmas desse curso). Tentei imaginá-lo ali, num canto, discreto mas sorridente pelo êxito do filho.

 

Encontrei por lá a Analycia e a CC. Estivemos na mesma fila, embora separados por uma série de espectadores. Azar de uma das meninas, que teve de suportar uma vizinha com um escultural" corpo "de-alguns-X-e-um- L" durante todo o espectáculo.

 
No meio de alguns SMS de chacota mútua, deu-me uma vontade enorme de espirrar... aaaa... aaaaaaa..... aaaaaaaaa... ATCHIMMMMM!!!!!... e eis que vi, qual projéctil esverdeado, a minha pastilha elástica a sair-me da boca, descrever um arco e acertar na cabeça de algum espectador situado algures na galeria por baixo daquela onde eu me encontrava. Não vi quem foi, muito embora não deixasse de imaginar o que a minha vítima estaria para ali a vociferar ...  

 

 

 

Visitante

 

 

 

Sinto-me:
Música: "Foi Como Foi"
Sábado, 15 de Novembro de 2008

Ontem, encostei-me...

HM

 

 

 

...Pois fui ver Jorge Palma ao Campo Pequeno.

 

Apesar da voz já não ser propriamente a mesma - é preciso não esquecer que os seus 58 anos começam a pesar... -, ele deu mais uma demonstração da sua grande capacidade como músico e compositor.

 

E os "Demitidos", bem como os músicos convidados Tim, João Gil, Gabriel Gomes, Edgar Caramelo e Filipe Valentim, mostraram estar todos em grande forma.

 

(Eu acho que eles se sentem HONRADOS de partilharem o palco com Jorge Palma... mas isto é uma opinião muito pessoal... hehehe)

 

Como aqui este vosso amigo ficou nas bancadas dos sectores, esteve toda a noite sentado. Pois... joelho "oblige"...

Mas antes tivesse ficado de pé, pois o espaço para as pernas não abunda... 

 

Resultado: Estive toda a noite com os joelhos dobrados e a bater o pé entre as cadeiras da frente, com cuidadinho para não acordar as duas criancinhas que um casal que se sentou à minha frente levou para o concerto.

 

Mas, apesar de ser a quarta vez em um ano que eu vejo Jorge Palma ao vivo (as outras vezes foram no Porto, em Peniche e no Festival Delta Tejo, em Lisboa), eu não me canso de assistir e apreciar o seu espectáculo!!

 

 

Ah...

 

Houve uma altura em que eu, do alto do meu metro e oitenta, me senti "a pega de um galheteiro"... Sabem porquê? Eu explico:

 

No meu lado esquerdo, sentaram-se duas meninas que exibiam um ar hipnotizado/aparvalhado enquanto se deleitavam com as canções, soltando uns gritinhos que alguém, no meu lado direito, achou orgásticos...

 

No meu lado direito, sentaram-se também duas meninas.

 

(Pode-se dizer que o "galheteiro" estava bem composto...)

 

Uma dessas meninas do meu lado direito passou a noite a azucrinar-me a cabeça. A outra menina manteve-se discreta q.b.

 

Foi um bocado bem passado, entre boa música e bom humor.

 

Agora a sério, tive o maior prazer em conhecer pessoalmente as duas, a quem daqui endereço outros tantos beijinhos.

 

Visitantes, tenham um bom fim de semana.

 

 

Visitante

 

 

 

 

Sinto-me: enquanto houver ventos e mar..
Música: "A Gente Vai Continuar" (Jorge Palma)
Publicado por Visitante às 15:35
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