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Domingo, 15 de Fevereiro de 2009

Foi como foi...

HM

 

 

... melhor dizendo, foi um óptimo concerto: Luís Represas no Campo Pequeno, 13 FEV 2008.

 

O Luís (este é um dos músicos que eu me prezo de conhecer pessoalmente) demonstrou uma vez mais que a sobriedade de um espectáculo pode ser tão eficaz como qualquer concerto de rock "a abrir".

 

O público foi sendo conquistado ao longo do espectáculo, até à apoteose final. Aliás, num concerto ao vivo que foi um autêntico "Best of", tal era mesmo de esperar.

 

Só tive pena que não tivesse tocado a minha música preferida , "Memória de um Beijo".

  

O naipe de músicos é excelente, começando em Miguel Nuñez, passando pelo guitarrista Luis Fernando e acabando no irmão do Luís, João Nuno Represas.

 

João Pedro Pais e Simone foram uns convidados à altura. Tive pena que Pablo Milanés não estivesse presente, pois eu acredito que não resistiria a cantar a sua canção "Yolanda" com Simone.

  

A meio do espectáculo lembrei-me do já falecido pai do Luís, o Dr. Alberto Represas, professor nos cursos nocturnos da Escola D. Maria II (onde eu completei o meu Curso Comercial, correspondente ao actual 9º ano), e revi na memória aquela figura alta e austera circulando nos corredores do Liceu Passos Manuel (onde, por insuficiência de espaço nas instalações da "D. Maria", funcionava parte das turmas desse curso). Tentei imaginá-lo ali, num canto, discreto mas sorridente pelo êxito do filho.

 

Encontrei por lá a Analycia e a CC. Estivemos na mesma fila, embora separados por uma série de espectadores. Azar de uma das meninas, que teve de suportar uma vizinha com um escultural" corpo "de-alguns-X-e-um- L" durante todo o espectáculo.

 
No meio de alguns SMS de chacota mútua, deu-me uma vontade enorme de espirrar... aaaa... aaaaaaa..... aaaaaaaaa... ATCHIMMMMM!!!!!... e eis que vi, qual projéctil esverdeado, a minha pastilha elástica a sair-me da boca, descrever um arco e acertar na cabeça de algum espectador situado algures na galeria por baixo daquela onde eu me encontrava. Não vi quem foi, muito embora não deixasse de imaginar o que a minha vítima estaria para ali a vociferar ...  

 

 

 

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Música: "Foi Como Foi"